Xhaka, o Maestro Silencioso: A Suíça Que Encantou o Mundo
Com organização, intensidade e um camisa 10 no auge, os suíços foram uma das grandes surpresas da Copa de 2026.
Com organização, intensidade e um camisa 10 no auge, os suíços foram uma das grandes surpresas da Copa de 2026.

ASuíça foi uma das grandes surpresas da Copa, mostrando organização, intensidade e um futebol competitivo contra seleções tradicionais. Chegou às quartas eliminando Argélia e Colômbia, e só parou diante do Argentina em jogo decidido na prorrogação em 3 a 1
No comando da equipe dentro de campo, Granit Xhaka brilhou como o verdadeiro maestro. Ditou o ritmo do jogo, distribuiu passes precisos e liderou com personalidade. Aos 33 anos, viveu talvez o melhor torneio de sua carreira.
Sua experiência e qualidade foram fundamentais para uma campanha que conquistou o respeito do mundo. Foram cinco vitórias, um empate e uma derrota — números de time grande, feitos por uma seleção que ninguém colocava entre as favoritas.
Provou-se, mais uma vez, que com disciplina e talento é possível desafiar qualquer adversário. Mesmo sem levantar a taça, a Suíça deixou sua marca como uma das seleções mais consistentes do torneio.
E Xhaka, com a braçadeira no braço e o olhar sério de sempre, sai da Copa como um dos meias do torneio — tarde, mas na hora certa.
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Domínio no meio-campo, expulsão de Enzo Fernández, gol anulado de Merino e um escanteio ensaiado no fim: os detalhes da final que devolveu a taça à Espanha.

Messi e Mbappé tiveram números ofensivos superiores. Bellingham brilhou. Mas o prêmio da FIFA reconheceu o jogador que mais impactou o torneio.

Harry Kane comandou o ataque inglês com dois gols e uma assistência em confronto marcado por reviravoltas, defesas frágeis e um final dramático.